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5 de fevereiro de 2018

Forte da Barra vai a tribunal por estar ao abandono

O forte de Santo António da Barra em São João do Estoril, antiga colónia de férias do "Instituto de Odivelas", foi alvo de uma providência cautelar por parte do Fórum do Património. Não necessárias  "medidas urgentes" para travar a degradação deste património histórico.

Ler notícia completa aqui.

28 de janeiro de 2018

Mosteiro de Odivelas em suspenso

Em Janeiro de 2017, o Ministério da Defesa garantiu que o processo de cedência do Mosteiro de Odivelas ao Município de Odivelas estaria resolvido em Fevereiro. Passado um ano continua tudo na mesma...

9 de julho de 2017

CMO vai gerir o IO

Segundo a notícia publicada recentemente no jornal DN o Instituto de Odivelas irá ser gerido pela Câmara Municipal d Odivelas.

Nas várias reuniões de antigas alunas com a ex-Presidente da Câmara Municipal de Odivelas Susana Amador e actual Presidente, estes membros do PS sempre disseram nada saber e ocultaram as suas ambições bacocas. Vão agora ter o merecido resultado. Depois de se terem apropriado dos edifícios contíguos onde são os actuais Paços do Concelho, vão agora destruir o que resta de uma jóia que era dos poucos pontos de interesse da cidade. 
O que não se percebe é como se dá tais utilizações a edifícios classificados..."


4 de fevereiro de 2017

À procura das nossas irmãs

Num momento de enorme tristeza com a destruição do nosso colégio, procuramos saber das nossas irmãs de todos os tempos como uma forma de procurar abafar o grande pesar pela destruição da nossa casa de infância e adolescência. 


“ENTRE A FOGUEIRA E A NOBREZA”, o novo livro de Maria Isabel Braga Abecasis, levo-nos ao encontro do passado.
As três irmãs Braga Abecasis, Maria Leonor (49/1954), Teresa Maria (24/1955) e Maria Isabel (295/1963) foram alunas do "Instituto de Odivelas". 

 

A Maria Isabel é licenciada em História pela Faculdade de Letras de Lisboa, especializada como Bibliotecária-Arquivista e Mestre em Edição de Texto. Foi responsável pela biblioteca do Palácio Nacional de Mafra, pelo arquivo histórico do Palácio da Ajuda/Museu e trabalha presentemente no Arquivo Nacional da Torre do Tombo.
 

O livro, editado pela Guerra e Paz Editores, com o apoio da C. M. Lisboa, relata a sobrevivência de uma família em Portugal nos séculos XVI a XIX.  Baseado em factos verídicos, numa investigação que passou pelos arquivos secretos do Vaticano, o livro acompanha momentos marcantes da História de Portugal. Sem faltarem os amores nos conventos onde viviam mulheres virtuosas e tidas por tais e freiras insubmissas que lá eram postas para “não empatarem partilhas nem pesarem em dotes”, como a religiosa Francisca Coronel, do mosteiro de S. Dinis de Odivelas…


28 de janeiro de 2017

O IO – uma escola que tem de reabrir!

Assinar a petição é um imperativo de cidadania

No "Instituto de Odivelas" (IO) a educação era integral, desde os tempos da fundação, em 1900. Muitos não o reabrem porque não conhecem a História. Ou melhor, não a respeitam.

O estudo, o trabalho e o mérito levaram o IO, muito antes dos rankings, a lugares cimeiros e a uma posição de referência na educação nacional. Assim reconhecida até 2015.

Muitas mulheres entraram na vida académica e no mundo académico com o reconhecimento de uma formação de excelência.

Muitas meninas e raparigas portuguesas ou dos PALOP, por um preconceito machista que as impede de ser raparigas e mulheres no seu dia a dia, ficaram impedidas de estudar no IO.

Os políticos julgam que eliminaram discriminações. Apenas no papel. Na prática, o que valeu na tomada de decisão foram os metros quadrados do IO/Mosteiro de Odivelas e do Forte de Santo António do Estoril.

A sobrevivência de uns levou ao encerramento de uma escola onde se ensinava e se aprendia com prazer e os resultados fruíam naturalmente. Onde a comunidade educativa funcionava como um todo harmonioso.

No IO existiam todas as condições para um ensino de excelência sem elitismos: o IO foi pioneiro na educação prática de Puericultura, Higiene/Educação para a Saúde e Culinária, temas atuais da nossa sociedade. Desde o início do século XX que houve aulas práticas de Química, Física, Inglês, Francês, Estudos Acompanhados, etc., etc. O ensino da arte pela arte era uma constante, hoje seguido em muitas escolas pelo mundo fora. A componente militar funciona como complemento. Apenas.

O estudo era natural como o ar que se respirava e os resultados, mesmo quando se sabia que a escola ia fechar, eram os de sempre. Nos lugares cimeiros, sem ânsia pelo pódio, pois todas as alunas tinham as mesmas oportunidades.

A reabertura do IO é um imperativo nacional.

A História do Mosteiro de Odivelas é indissociável da História do Instituto de Odivelas.

Basta que todos os portugueses de boa vontade o façam e assinem a petição!!
 
 
 
 
 

15 de janeiro de 2017

Há que reverter o erro histórico que foi a extinção do "Instituto de Odivelas"!

O "Instituto de Odivelas" e o Mosteiro de Odivelas são indissociáveis. Um remonta a 1295 e o outro a 1900.

Como foi possível descaracterizar um património cultural e educativo alicerçado em séculos?

O IO complementa e completa um património nacional que foi sempre preservado sem custos adicionais para o Estado, mas que agora se encontra em risco.

As instituições precisam de pessoas que nelas vivam e poderes que as incentivem e as acarinhem.

Apesar destes verbos terem sido ditos pela mais alta figura do Estado Português, em 2010, em 2017 o Instituto de Odivelas encontra-se extinto, sem alunas de cabelo solto, túnica aos quadradinho, sem Francês Prático, Inglês Prático, Educação para a Saúde (antes Higiene), Ginástica Rítmica, Culinária, Puericultura, Drama, Oficina de Teatro, Oficina das Artes, Voleibol, Basquetebol e Natação…

E sem o são convívio, o tempo para estudar, brincar e criar os laços de ser amiga é ser irmã.

Há que reverter o erro histórico que foi a extinção do IO!
 
 
Claustro da Moura